Olá, mortais! Acordei no Olimpo com um drama cósmico. Acredito que a grande maioria que está lendo, também conhece esse sentimento: a dor do afastamento de um grande amor. Vou te contar, é tão dramático quanto uma novela mexicana.
Já compartilhei o sentimento com as minhas amigas ninfas e elas são unânimes: “ele está te deixando porque não é capaz de lidar com toda essa perfeição divina”. A verdade, que já tomei afrodisíaco, banho de leite e nada cura essa dor.Finjo que não me importo, mas essa
dor, é um peso na minha alma. Não sei, se foi pela mão implacável do destino ou
pelas escolhas que a vida nos impõe, mas um vazio profundo se instala em meu
ser.
Eu, que sou a deusa do amor,
conheço bem essas agonias. O amor, em sua essência, é uma força poderosa que
nos une, mas também possui o poder de nos rasgar em pedaços quando o objeto de
nosso afeto se afasta. O afastamento é uma ferida que sangra silenciosamente,
uma ausência que grita nas profundezas do coração.
A cada dia que passa, a dor se
torna uma constante companhia, lembrando-nos do que foi perdido. Os momentos
partilhados, os olhares trocados, as palavras sussurradas ao vento, tudo se
transforma em memórias que perfuram o coração como flechas afiadas. Mesmo para
mim, que sou eterna, a saudade é um tormento que não conhece fim.
E ainda assim, há uma beleza
triste na dor do afastamento. Ela nos lembra da profundidade de nossos
sentimentos, da capacidade do nosso coração de amar intensamente. A dor nos faz
humanos, nos torna vulneráveis, mas também revela a força que carregamos para
seguir adiante, mesmo quando o coração está em pedaços.
Não tem jeito, levantar a cabeça,
ajeitar a coroa, fazer uma oferenda para si mesma e seguir em frente. A gente supera!
Mantenha o bom humor
Vênus 💔😓

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